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quarta-feira, 23 de março de 2016
A viagem - Capítulo 1
Então estava eu caminhando, olhando para ele, com fones ouvindo It's the Right Time, ora quando foi que ele ficou tão branco? Ainda bem que tirei ele de dentro de casa, tava criando morfo já. Enquanto caminhava lembrei de meus últimos momentos em casa, pegando a bolsa, relendo várias vezes o papel da passagem com meu nome Bang Minah escrito, de alguma forma eu não me imaginava voltando igual estava saindo.
Cheguei perto dele, ele estava de fones. Olhei em seus olhos, estava eu ali olhando para o Min Hyuk, nós nos falávamos sempre virtualmente, mas pessoalmente só quando estudamos juntos por um ano no terceiro ano do ensino médio. Lembro de simpatizar com seus olhos, quando o olhei de novo lembrei porque simpatizava tanto com aqueles olhos, porque eles eram lindos, gentis e introvertidos.
No instante em que nos olhamos parados frente a frente nossa primeira reação foi tirar um lado do fone um do outro ao mesmo tempo, então eu ouvi "I really need to see, to know you're a part for me", ele ouviu "But I cannot get there alone". Ele também estava escutando It's the Right Time. Isso me lembrou quando escutavamos essa música na escola...

Então os dois traduziram a música.
Minah: - Eu realmente preciso ver, saber que você é uma parte para mim.
Min Hyuk: - Mas eu não posso chegar lá sozinho.
Eu sorri, acho que nunca vi nada tão sincronizado, o abracei e disse que estava com saudades, ainda que estivesse falando com ele antes de vir, ele entendeu que era de sua presença.
Min Hyuk: Só viajando mesmo para me tirar de casa - ele ficou olhando pro nada— longe de tudo que já conheço e ter novas experiências em lugares limpos de qualquer lembrança. - E sorriu.

Ele sorriu. Seu sorriso! Havia esquecido, é como ver um bebê sorrir, você deseja apertar e ficar esfregando o rosto, tá bom, talvez eu seja exagerada.
Minah: - Então, você já encontrou o ônibus?
Min Hyuk: - Já, vamos, ele só vai se atrasar 10 minutos pra sair.
Nós fomos andando até a entrada da rodoviária e entramos no ônibus logo, para pegarmos um bom lugar. Min Hyuk entrou primeiro que eu no ônibus, eu parei pra comprar comida... eu costumo está sempre comendo. Entrei no ônibus e lá estava ele no fundo do ônibus sentado DO LADO DA JANELA, ele não acha que vai na janela, vai?
Minah: - Ok, pode me dar meu lugar agora, obrigado por guardar.
Min Hyuk: - Tão baby.
Minah: - I'am a strong girl!
Min Hyuk: - É mais estranho ainda vendo você falando essa parte da música pessoalmente HAHA, tá bom vou te dar seu lugar. - ele se levantou
Minah: - É mania já. hm.
Min Hyuk: - Ah, lembrei que perguntei ao motorista se tinha seu nome aqui e ele disse "não, mas se você quizer um hidrocor pra escrever seu nome em um caderno de caligrafia, recortar o nome com tesoura sem ponta e colar com cola bastão no banco, tem uma creche por aqui perto."
Minah: - Me chamando de infantil sendo infantil, HAHA - dei uns minis murros no braço dele com cara teatral de brava.
Min Hyuk: - Relaxa.
Naquele ponto eu realmente fiquei cansada de ficar brincando, guardei minha mala, sentei e relaxei. Observei meus sapatos por alguns segundos...
De repente o ônibus deu uma freada forte e eu bati a cabeça na cadeira da frente. Ouvi um riso do Min Hyuk.
Minah: - Ai! Desde quando estamos... - olhei em volta - em movimento em alta estrada?
Min Hyuk: - Desde quando você começou a babar - ele estava rindo ainda da batida - você dormiu, boba.
Ele colocou meu rosto no ombro dele e colocou o fone dele no meu ouvido, era uma música cover do Junkook que cantava solo. Percebi que a música parecia uma canção de ninar, era por isso que ele pôs o fone? Eu pensei sobre encostar no ombro do Min Hyuk e percebi que eu tava nessa posição antes, a forma como ele me colocou foi como se me colocasse de volta, tenho a breve sensação que ele tentou me segurar para não bater, saber que fiquei algum tempo dormindo lá me deixou mais tranquila pra continuar e... a música... a voz do Jungkook... parecia falar direto... ao meu coração... então pensei... sobre... isso...
Eu fui levantada de repente.
Minah: - Hm....Hm? hm! Não me diga que dormi a viagem toda!
Min Hyuk: - Não, besta, é só uma pausa em outra rodoviária. Vamos comer alguma coisa! Eu sei que a essa altura você deve estar morrendo de fome.
Minah: - Meu Deus! Eu não tinha pensado na minha barriga antes, SOCORRO, TEM UM BURACO NEGRO, ELE TÁ ME SUGANDO, SOCORRO, MIN HYUK!
Min Hyuk: - Você é bem humorada pra quem acabou de acordar, haha, agora faça esse buraco negro andar, vai.
Nós fomos fazer o pedido numa lanchonete.
Minah: - Você não vai pedir nada? Já fazem - olhei o celular - quatro horas de viagem.
Min Hyuk: - Não, estou bem.
Minah: - Que mentira, vai comer sim. - olhei a garçonete - Ele vai querer o mesmo que o meu. - olhei para ele - você vai.
Min Hyuk: - Então tá.
Quando chegou a comida ele começou a comer como se fosse eu comendo, eu não entendi porque ele não havia pedido antes.
Eu abri a boca pra falar algo sobre ele não ter pedido a comida antes então...
Min Hyuk: - Você sabe porque mesmo com fome - ele falava olhando para a comida - eu não pedi comida antes, você me conhece, então, vamos apenas não falar sobre isso - ele olhou para mim - estamos fazendo isso para mudar não é?
É, eu realmente o conhecia e essa viagem se tratava justamente sobre essa renovação que ele... e eu precisava. Hábitos e pensamentos iriam se tornar velhos hábitos, velhos pensamentos.
Voltamos para o ônibus e fiquei o restante da viagem acordada. Como era de costume estavamos ouvindo música, dividindo o fone, conversando porém olhando para a paisagem. Eu estava com minha câmera e tirava fotos de algumas paisagens. Confesso que aproveitava para tirar umas do Min Hyuk sem ele perceber haha.
A viagem foi divertida, nos readaptados, nos conectados novamente a nossa interação, se vendo, falando, tocando e ouvindo.
Descemos animados do ônibus e lá estava! TOKYO! Nós eramos de Yokohama e nunca havíamos visitado Tokyo mesmo não sendo muito longe de nós. Sabe, chegamos a noite e... Tokohama era uma cidade iluminada, mas Tokyo... Tokyo parece brilhar três vezes mais que a lua olhando lá de dentro. Nós descemos e andamos um pouco até o centro de Tokyo e ficamos lá, com as costas coladas, girando, olhando todas aquelas luzes e coisas e pessoas e TUDO! Nós nos olhamos, damos as mãos e SORRIMOS.

Porém chegamos muito tarde e estávamos cansados, embora quiséssemos sair correndo e comprando comidas diferentes, indo em lojas diferentes, indo em todo tipo de variedade do lugar, eramos responsáveis o suficiente para ir se hospedar onde havíamos reservado... NÃO, NÃO ERAMOS. Saímos mesmo correndo, estávamos de mãos dadas então cada um foi pra um lado até os braços se esticarem.
Minah: - Min Hyuk por favor! Olha esse restaurante! Tem gatos dentro dele! GATOS!
Min Hyuk: - Está tendo um SHOW DO BTS NAS PRÓXIMAS DUAS RUAS!
Minah: - Que mentira, como vc sabe disso? Tudo bem que eles estão promovendo no Japão mas...
Ele apontou um panfleto indicativo.
Minah: - OK, EU DOU TODO MEU DINHEIRO, EU DURMO NA RUA DEPOIS.
E saímos correndo.
Você acha que alguém conseguiria ingressos de um show do BTS na hora na bilheteria? NÃO. Estávamos irracionais já, mas ficamos pelas redondezas de onde dava pra ouvir o som do show, confesso que quase chorei e me joguei de uma ponte super iluminada de Tokyo.
Min Hyuk: - Você percebeu o quanto está frio? Eu só percebi agora e olhando pros lados... Está todo mundo bem mais agasalhado do que nós.
Minah: - Ai! Está muito frio mesmo! - eu me joguei com os braços encolhidos na frente dele - Acho que estávamos muito ansiosos... na verdade desesperado.
Min Hyuk: - É verdade...- ele me abraçou - mas eu não quero ir embora, ainda tem tanta coisa!
Minah: - Eu também não! - minha voz estava abafada porque encostei a cabeça virada pra baixo no peito dele - Eu estou com dor de cabeça... Mas ao menos você é quente, é bom de ser abraçada HAHA... - eu olhei pra cima e desencolhi meus braços, peguei no meu pescoço - Hyuk-kun! - Peguei em sua testa - você está doente! Certo, agora nós vamos mesmo pro hotel.
Pedimos um taxi e mostravamos o local, fomos olhando atentamente o caminho para tentar fazê-lo apé no outro dia, mas era realmente fácil. Quando chegamos lá já eram 4h da manhã.
Minah: - Boa noite! Nós reservamos um quarto nos nomes de Bang Minah e Min Hyuk, aqui estão nossos documentos.
Senpai: Boa noite, lamento informar que reservamos os quartos para data e hora prevista anteriormente, infelizmente pelo atraso de vocês já temos outros hospedes no quartos.
Min Hyuk: - Mas... Não tem outro igual? Sem ser aquele específico?
Senpai: Não temos nenhum quarto sobrando.
Nós nos olhamos com um olhar de desespero e uma comunicação mental "meu deus, oque fazemos agora?", nesse momento um casal desceu as escadas do hotel com as malas e deram uma chave ao Senpai.
Minah: - Podemos ficar com o quarto deles?
Senpai: - Sim, só precisam esperar 30 minutos para a faxina e vocês podem subir, aqui está a chave, os dois tiveram sorte.
Min Hyuk: - Arigato, Senpai.
Nós fomos nos sentar num banco de espera que tinha no hotel, estávamos exaustos, Min Hyuk já estava quente ainda e minha dor de cabeça tinha aumentado e se espalhado para todo o corpo, só queria poder deitar numa cama limpa e fofinha e poder fechar meus olhos que já estão ardendo de tanta luz, embora tenha valido a pena... É só nosso primeiro dia. Sorte que trouxe minha mini farmácia, tomei um comprimido para dor e gripe e dei um de gripe para o Min Hyuk.
Senpai: - Bang Minah? Min Hyuk? Podem vir a recepção mais uma vez?
Nós nos olhamos com medo de ter dado algum problema e aquele sofá estava tão agradável... Mas tudo bem, a essa altura eu já estava ajudando o Min-Hyuk a andar, vou chama-lo de Ojii haha.
Minah: - Sim?
Senpai: pelo cadastro vocês reservaram dois quartos de cama de solteiro, o quarto vago é com cama de casal. O valor é equivalente a dois quartos de solteiro pois ele possui armário, frigobá e jacuzzi.
Nossa, nós estávamos tão cansados que nem nos damos conta que pegamos realmente apenas um quarto. Mas o Min Hyuk e eu não temos essa intimidade de dormirmos juntos em uma cama só... Mas estamos aqui doentes no meio de uma cidade desconhecida eu acho que...
Min Hyuk: - Tudo bem, vamos ficar ainda assim, obrigado Senpai.
Nossa. Ele saiu andando de volta e eu andei um pouco mais rápido pra ajudar, ele deve estar mesmo se sentindo mal. Sentamos de volta e o Min Hyuk acabou encostando o rosto no braço do sofá e dormindo... eu fiz o mesmo do outro lado do sofá. Não era pra dormir, apenas descansar mas...
Senpai: - O quarto já está pronto. - ele esperou uns segundos e nada aconteceu - O quarto já está pronto. - Dessa vez ele falou com um tom mais bem alto.
Nós despertamos assustados e nas condições que estavamos agradecemos com um cumprimento e subimos ansiosamente até o quarto. Quando abrimos, eu liguei a luz e Min Hyuk trancou. Deixamos nossas bolsas na porta mesmo e apenas fomos em uma direção com apenas um alvo chamado CAMA! Nos jogamos nela e dormimos daquele jeito mesmo, não nos cobrimos, não pensamos se era constrangedor ou não, não interessava se metade de nossas pernas ainda não estavam em cima da cama ou se estávamos ainda com as mesmas roupas da rua. Apagamos.
No outro dia...

Sabíamos que não tínhamos nenhuma doença grave, apenas ficamos muito tempo no frio, então decidimos ficar no hotel até melhorar.
Até aquela jacuzzi começar a ficar me encarando.
Minah: - AH EU NÃO AGUENTO MAIS, eu tenho que ver como funciona essa jacuzzi, eu nunca fui em uma antes, deve ser tão legal, mini piscina!
Min Hyunk: - EU ESTAVA PENSANDO O MESMO, VAMOS, mas antes por favor, eu tenho algo pra lhe dizer.
Eu olhei pra ele estranhando, então ele pegou o fone dele e colocou uma música chamada War of Hormone. A música falava sobre os hormônios masculinos... como se comigo na jacuzzi ele tivesse uma guerra contra seus hormônis... Eu só tive uma reação.

Eu ri. Eu sei bem porque eu ri.
Passamos a manhã toda quietinhos encostado um no outro enrolados vendo TV e conversando sobre a visão da cidade da janela, enfim estávamos nos sentindo melhor quando tive essa ideia de jacuzzi, então além de ir para lá nós decidimos atuar, porque só ficar nela era besteira. Nós pegamos a bandeja de frutas do café da manhã, pedimos dois roupões na recepção e um espumante da jacuzzi. Valia a pena gastar um dinheiro a mais com aquela encenação.
Quando os dois estavam de roupão, nós vimos que estava tudo perfeito, os roupões eram altos e brancos como esperávamos, e ainda tinha a logo do hotel bordada em dourado, era tudo que a gente queria. Fomos nos aproximando do palco, quero dizer, da jacuzzi.
Min Hyuk: - Querida, vamos nos aquecer nessa água borbulhante do qual já estou tão acostumado a usar, esse hotel mesmo sendo meu, ainda tem graça passarmos um dia aqui já que estamos dando nossa volta ao mundo. - ele ergueu a mão.
Minah: - A docinho, adoraria lhe acompanhar, mas ainda não chegou minhas revistas de famosos, embora já esteja cansada de fazer matérias para ela, vamos - segurei sua mão erguida.
Caminhamos delicadamente para a jacuzzi e tiramos o roupão. Nós tínhamos vestido roupas de banho por de baixo, claro. Entramos e ficamos um minuto de olho fechado sentindo os jatos de água até que voltamos a encenar, a espuma ficava deixando apenas nossos rostos e braços pra fora, já que não molhamos os braços para poder continuar a encenação.
Min Hyuk: - Querida, poderia me dar uvas na boca?
Minah: - Claro docinho - eu peguei as uvas que estavam na bandeja e coloquei como numa cena típica grega uva em sua boca - Como estão?
Min Hyuk: - Boas.
Minah: - Vamos a Orquestra hoje, docinho?
Min Hyuk: - Você diz a Orquestra Real do Concertgebouw? Eles não sabem oque é arte.
Minah: - Eles são a mais fina arte dos tempos contemporâneos, ora, não sei como casei com um homem tão insensível.
Min Hyuk: - Ora, não sei como casei com uma mulher tão egoísta, diferente do comportamento das mulheres contemporâneas.
Minah: - Ora, Alejandro! É por isso que não tenho olhos só para você, saiba que tenho saído com o Dr. Juan Carlos e quando digo sair você entende bem a minha língua de classe alta.
Min Hyuk: - HOHOHOHOHO, Querida María Carmen, não percebeu oque acontece aqui? Um homem como eu precisa de uma mulher presunçosa como você para servir o papel de meu atual romance, pois querida, eu tenho saído com o Miguel Ángel, Juan Carlos, Fernando e Roberto.
Minah: - MELHOR ENCENAÇÃO DE TODAS, BATE AQUI - Estendi a mão
Min Hyuk: - HOHOHO, encenação querida? - ele bateu de volta - estão nos devendo alguns prêmios mundiais, depois a gente cobra. HAHA
Depois de tomarmos banhos de verdade no box fomos enfim a cidade! Dessa vez fomos calmos e olhamos bem o tempo e como todos estavam vestidos. Decidimos ir ao shopping.
O shopping de Tokyo era simplesmente outro mundo. Nós fomos a várias lojas, andamos por todos os lugares, paramos para comer, voltamos a andar por lá e de repente na loja de brinquedos eu estava me divertindo com uma boneca que cantava enquanto os olhos brilhavam, eu não sabia se era assustador ou divertido, eu peguei ela para mostrar ao Min Hyuk que estava do outro lado da loja escolhendo um quebra cabeça.
Minah: - Min-kun! Dá uma olhada nisso! - cheguei como em um pulo
Quando eu olhei pro lado ele estava conversando com um rapaz.
Min Hyuk: - Minah! É... Esse aqui é o Jung ilhoon, ele também gosta estranhamente de quebra cabeças e de outras coisas que eu gosto, haha.
Min Hyuk parecia meio nervoso então eu achei que deveria ir embora.
Minah: - Prazer Jung ilhoon! Vou procurar outra boneca assustadora. - enfim decidi entre assustadora e divertida.
Quando dei três passos eu ouvi o Jung ilhoon dizer algo que eu tive que novamente... Apenas rir.
Jung ilhoon: - Me desculpe Min Hyuk, eu não sabia que você tinha namorada, eu não quero incomodar vocês , então eu vou indo.
Eu ouvi passos e uma última palavra.
Min Hyuk: - Espera.
Os passos pararam, ele segurou sua mão? seu braço? Ai meu Deus eu vou espiar! eu quase me deitei pra olhar lá de baixo a cena... Mas ele havia segurado o braço dele, perto da mão, e o Jung ilhoon estava olhando pra mão e como estava olhando pro chão... Ele me viu... Minha única reação foi dar um sorriso de "culpada" e fazer um sinal de silêncio com o dedo na boca.
Então o Min Hyuk o beijou.
Min Hyuk: - Eu quero te ver outra vez.
Jung ilhoon: - É... - ele puxou um papel escrito "7896-3719 xoxo" - Eu já havia escrito pra você - Ele estava vermelho, entregou o papel ao Min Hyuk, cumprimentou e saiu.
EU DEI UM PULO DAQUELE CHÃO PRAS COSTAS DO MIN HYUK
Minah: - Mas não é que Tokyo é mesmo mágica?!?!
Min Hyuk: - Eu nem acredito que fiz aquilo! Meu Deus! Que Min Hyuk foi aquele? Eu não acredito que consegui o número dele! ELE É LINDO! FOFO! E TEM MUITAS COISAS HAVER COMIGO!
Nós nos abraçamos forte e bem.... a gente começou a andar pelo shopping meio assim.

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